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Dificuldades ou Transtornos de Aprendizagem?



Transtorno específico de aprendizagem: Dislexia.

Transtorno específico de aprendizagem: Dislexia e comorbidades (discalculia e TDAH).

Transtorno específico de aprendizagem: estratégias para o acompanhamento educacional.

Aspectos comportamentais e emocionais relacionados aos transtornos de aprendizagem.

Importância da família no acompanhamento dos transtornos de aprendizagem.

Depoimento.

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 Mara Gabrilli será a relatora do Projeto de Lei da Dislexia

Projeto de lei dispõe sobre o diagnóstico e o tratamento do Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) e Dislexia na educação básica

Integrante da Comissão de Educação e Cultura da Câmara Federal, a deputada Mara Gabrilli (PSDB-SP) foi designada relatora do projeto de lei 7.081/2010, que dispõe sobre o diagnóstico e o tratamento do Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) e Dislexia na educação básica.

De autoria do Senador Gerson Camatta (PSDB-ES), o projeto de lei foi apresentado em abril de 2010 para apreciação das comissões, e tem como objetivo a manutenção, pelo poder público, de um programa de diagnóstico e tratamento de estudantes de educação básica com Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) e Dislexia. Isso se dará por meio de uma equipe multidisciplinar, da qual participarão, entre outros, educadores, psicólogos, psicopedagogos, médicos e fonoaudiólogos.

Como relatora, Mara tem a função de analisar o projeto de lei e emitir um parecer sobre o tema. Neste parecer, indicará quais as razões jurídicas ou de mérito que servem para aprovar ou reprovar um projeto de Lei. Além disso, caberá acatar ou rejeitar emendas ao projeto sob seu exame, apresentadas por outros parlamentares.

“As crianças e adolescentes com dislexia e TDAH possuem um jeito de ser e de aprender que é único e individual. Muitas vezes são mentes geniais, mas que aprendem de maneira diferente. Por isso, é fundamental que as escolas assegurem a essas crianças o acesso aos recursos didáticos que atendam suas necessidades, ou seja, adequados ao desenvolvimento de sua aprendizagem”, afirma a deputada.

As entidades defensoras da causa comemoraram a escolha de Mara como relatora, por se tratar de uma parlamentar comprometida com a inclusão e que lutará pela aprovação do projeto.

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    Agora é lei: O estado do Rio terá que adotar medidas para identificação e tratamento da dislexia na rede estadual de Educação.

É o que garante a lei 5.848/10, de autoria do deputado Alessandro Molon (PT), promulgada pelo presidente da Assembléia Legislativa do Rio, deputado Jorge Picciani (PMDB), e publicada no Diário Oficial do Poder Legislativo desta quarta-feira (29/12). O texto defende a avaliação como forma de combate à evasão escolar. “Muito embora não tenha nenhuma relação com capacidade intelectual, a dislexia, que é uma dificuldade com leitura, muitas vezes é mal interpretada, causando a reprovação dos alunos e desistências”, relata o parlamentar, lembrando que o físico alemão Albert Einstein era disléxico. Para ele, as escolas são o ambiente mais propício para identificação e também para o tratamento do transtorno, que pode ser minimizado. Por isso, a futura lei prega a capacitação permanente dos professores para esta avaliação. O texto ainda determina que os exames sejam realizados em alunos já matriculados na rede e em estudantes admitidos por transferência de outras escolas que não pertençam à rede pública estadual.

Texto da Lei:

Lei 5848/10 | Lei nº 5848, de 28 de dezembro de 2010 do Rio de janeiro

DISPÕE SOBRE MEDIDAS PARA IDENTIFICAÇÃO E TRATAMENTO DA DISLEXIA NA REDE ESTADUAL DE EDUCAÇÃO E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS.

A Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro decreta:

Art. 1º O Estado adotará medidas para Identificação e Tratamento da Dislexia na Rede Estadual de Educação, objetivando a detecção precoce e acompanhamento dos estudantes com o distúrbio.

Parágrafo único. A efetivação do previsto no caput deste artigo refere-se à realização de exame nos alunos matriculados no 1º ano do Ensino Fundamental, em alunos já matriculados na rede, com o advento desta Lei, e em estudantes de qualquer série admitidos por transferência de outras escolas que não pertençam à rede pública estadual.

Art. 2º As medidas previstas por esta Lei deverão abranger a capacitação permanente dos educadores para que tenham condições de identificar os sinais da dislexia e de outros distúrbios nos estudantes.

Art. 3º Caberá ao Estado, através de seus órgãos de atuação setorial competentes, a formulação de diretrizes para viabilizar a plena execução das medidas ora asseguradas, criando equipes multidisciplinares com profissionais necessários à perfeita execução do trabalho de prevenção e tratamento.

Parágrafo único. As equipes multidisciplinares responsáveis pelos diagnósticos deverão possuir em sua composição profissionais das áreas de Psicologia, Fonoaudiologia e Psicopedagoga.

Art. 4º As medidas de que trata esta Lei terão caráter preventivo e também promoverão o tratamento dos estudantes.

Art. 5º Caberá ao Poder Executivo regulamentar o disposto nesta Lei.

Art. 6º Esta lei entrará em vigor na data de sua publicação.

Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro, em 28 de dezembro de 2010.

DEPUTADO JORGE PICCIANI

Presidente Autor: Deputado ALESSANDRO MOLON


  • Assista ao Programa sobre Dislexia passado na RBS, TV RS, no dia 23/08/08.
    Clicando no link abaixo, vocês poderão assistir ao Programa sobre Dislexia passado na RBS, TV RS, no dia 23/08/08, que fala sobre o Grupo de Trabalho que a APAD está participando em Brasília, junto ao MEC.
    http://mediacenter.clicrbs.com.br/templates/player.aspx?uf=1&contentID=31605&channel=41

  • A APAD, junto com outras instituições, foi convidada a fazer parte de um Grupo de Trabalho(GT) junto a SEESP/MEC, em Brasília, para elaboração do Novo Plano Nacional de Educação para a Dislexia.
    Nossa representante, Consuelo Mazzini, esteve em Brasília dias 23 e 24 de junho/08 no primeiro encontro do GT.
    Clique abaixo para ler a Portaria n.6 de 5 de junho de 2008 do MEC, publicada no Diário Oficial e o Atestado de Comparecimento do MEC, recebido por Consuelo Mazzini.



  • Veja a entrevista sobre Dislexia na Revista VOGUE de ABRIL/2008, com Nazaré Almeida Braga, Diretora da APAD. Clique aqui

  • Veja matéria sobre Dislexia no site do FANTÁSTICO, clicando no link abaixo:
    http://fantastico.globo.com/Jornalismo/Fantastico/0,,AA1677468-4005,00.html

  • A APAD participou do 1º Encontro de Pais , Professores e Alunos da Região do Grande Meier sobre: "Como lidar com as dificuldades escolares", organizado pela fonoaudióloga Vera Arruda.
    O encontro aconteceu no dia 05 de Abril no Colégio Estadual Central do Brasil e contou com a participação de aproximadamente 40 pessoas entre pais, professores, profissionais da área e abordou as dificuldades e distúrbios específicos de aprendizagem:

    * Transtornos de Apredizagem
    * Alfabetização - O Pilar da Educação
    * Dislexia
    * Déficit de Atenção
    * Hiperatividade

Do debate participaram Vera Arruda (fonoaudióloga), Patrícia Moraes (psicóloga), Adriana Fernandes (psicopedagoga), Valéria dos Santos Oliveira (pedagoga do NAPES-Núcleo de Apoio Pedagógico Especial) e Consuelo Mazzini, representante da APAD.

  • Parabéns Renata Lo Ré
    Pela sua aprovação no CEFET !




    Renata - disléxica - é um exemplo de superação para todos.

    Conquistou medalha de ouro nas Olimpíadas de matemática Municipais e medalha de prata nas Estaduais.

    Gostaríamos de agradecer também aos Coordenadores Acadêmicos dos seguintes concursos:CEFET, CEFETEQ e Pedro II que, de algum modo, fizeram acomodações nos exames.


  • APAD envia carta a Aguinaldo Silva no dia 15/02/08 (autor da novela Duas Caras da TV Globo)


    Prezado Aguinaldo Silva

    Queremos agradecer e parabenizá-lo pela forma como vem abordando o assunto da Dislexia da personagem Clarissa na novela Duas Caras.
    As cenas em que foram mostradas a necessidade de se fazer prova oral, que é uma das " acomodações" necessárias , e a sua realização foram importantes para a disseminação do que pode ser feito para tornar a vida dos disléxicos menos difícil ao longo de sua permanência na Universidade.

    Como acreditamos que, por sua grande penetração, as novelas cumprem um importante papel de esclarecer e divulgar informações de interesse público , sugerimos que seja de alguma forma abordada a questão da necessidade de tratamento fonoaudiológico, psicopedagogico e/ou psicológico para que efetivamente o disléxico possa aprender a lidar com o seu transtorno, encontrando caminhos alternativos de aprendizagem.

    Mais uma vez nos colocamos a disposição.

    Atenciosamente,

    Consuelo Mazzini

    Diretora Executiva APAD
    mmazzini@furnas.com

  •  A APAD se reúne toda segunda terça-feira de cada mês das 19:30h às 21:30h,
     no Instituto Social - Rua Humaitá,170 (esquina com R.Miguel Pereira)
    - Humaitá - Rio de Janeiro.

  •  A APAD conquista acomodações nos concursos de ingresso para o Ensino Médio dos Colégios Pedro II, CEFET e CEFETEQ, no Rio de Janeiro.
    Um membro da APAD , com a assessoria profissional da advogada Lea Mello Serra, (leamelloserra@terra.com.br) conseguiu adaptações sugeridas pela APAD , para a realização das provas.
    As Coordenações Acadêmicas acataram e a primeira fase das provas já foi realizada, sendo que os resultados estão sendo positivos.
    Parabéns aos Coordenadores que se mostraram nossos parceiros.
    Muito sucesso na segunda fase!
    E os nossos mais sinceros agradecimentos a Drª Lea pela atenção dispensada.

  •  APAD tenta contato através de e-mail com a Produção da novela DUAS CARAS da TV Globo,
    enviado em 14 de novembro, sobre a abordagem da dislexia. Leia abaixo:

    "Queremos antes de tudo parabenizar a TV Globo e ao autor da novela Duas Caras, Aguinaldo Silva, por estar abordando um assunto que afeta, entre 10 e 15% da população, a Dislexia.
    O assunto está sendo muito bem abordado, mas como Associação de Pais de pessoas disléxicas e convivendo diariamente com esse transtorno, gostaríamos de fazer algumas sugestões:

    · A dislexia pode ser leve, moderada ou severa, e dependendo do grau, as dificuldades com a leitura e a escrita terão maior ou menor impacto na vida de um disléxico.

    · Há pessoas que só são diagnosticadas na adolescência e às vezes na fase adulta.

    · O diagnóstico precoce ajuda e minimiza a sensação de inadequação que o disléxico pode vir a ter na vida escolar.

    · No caso da personagem da Bárbara Borges, como está sendo focada a questão da entrada na universidade, gostaríamos de esclarecer, que sem ajuda especializada (como por exemplo, tratamento fonoaudiólogico ou
    psicopedagógico) e algumas "acomodações" na hora da prova e durante o curso, será muito difícil a aprovação de um disléxico, principalmente em universidades públicas onde a relação candidato/ vaga é muito grande.

    ·Essas acomodações (já praticadas em vários países, e luta constate dessa
    Associação) são entre outras, maior tempo de prova, possibilidade de prova oral, a desconsideração de erros ortográficos desde que o texto tenha sentido, a não reprovação por língua estrangeira.

    ·O apoio dos pais sem dúvida é fundamental, mas sem ajuda especializada, dificilmente haverá êxito para o disléxico.

    Nossa colocação se deve ao fato de não querermos perder essa oportunidade de uma maior divulgação desse transtorno e, principalmente, apontar caminhos. Se por exemplo a novela não colocar a necessidade de apoio terapêutico e pedagógico, pode passar a idéia, errônea, de que só basta ter boa vontade, o que não é verdade.
    A dislexia é um transtorno de leitura e escrita para a vida toda, e ao seu tornarem adultos os disléxicos vão buscando formas de adaptação e de convivência com ela.

    Agradecemos desde já a atenção e nos colocamos à disposição.

    Diretoria APAD
    "