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O disléxico sempre será
disléxico, não podemos alterar esse fato, mas
com acompanhamento adequado evoluirá de forma consistente
em seu desenvolvimento.
Nesse sentido, a escola tem papel fundamental no trabalho
com os alunos que apresentam dificuldades de linguagem.
Há várias maneiras para remover ou atenuar as
barreiras que prejudicam os disléxicos de se desenvolverem
adequadamente, que passam desde a adequação
dos métodos de ensino e treinamento dos profissionais
de educação até mudanças na legislação.
A APAD busca atuar em todas essas frentes, mas dentro das
condições atuais do sistema educacional as seguintes
demandas mínimas norteiam nossas ações:
- Maior tempo para os exames escritos.
- Aplicação de testes
e provas orais a fim de compor a média final do educando.
- Leitura e explicação
dos testes escolares escritos.
- Língua estrangeira não
deve se constituir como uma limitação para
a promoção do aluno à série
seguinte.
- Ortografia e erros ortográficos
não devem ser considerados para efeito de aferição
de notas escolares.
- Aumento da letra nas provas dos
disléxicos
- Condições para que
as crianças com aspectos preditivos de dislexia tenham
acesso ao nível fonológico da palavra, mediadas
pela intervenção pedagógica.
- Que o MEC lidere a elaboração
de diretrizes para as questões relativas à
garantia de direitos das pessoas disléxicas na Política
de Nacional de Educação Inclusiva.
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